REFLEXÕES DE UM CIDADÃO DO MUNDO
REFLEXÕES DE UM CIDADÃO DO MUNDO

REFLEXÕES DE UM CIDADÃO DO MUNDO
Quando conheci o trabalho de João Bosco foi paixão à primeira vista. Era uma época em que, com os amigos, cantávamos e tocávamos. João e Aldir eram mais que parte do nosso repertório.
O primeiro show dele que assisti foi inusitado. Fui convidado e cheguei atrasado. A caminho da platéia comecei a ouvir antes de ver e pensei: que banda educada, afinada, que percussão diferente. Quando vi que era voz e violão não acreditei. Ele tocava de um jeito único, próprio. Batia no violão do grave do surdo ao agudo do tamborim. Daí em diante todas as vezes que ele vinha a Salvador eu ia. Vi muitos shows dele.
Ele é da região de Ubá, Ponte Nova e Viçosa, lugar que morei como o estudante. Não o conheço pessoalmente mas sinto-o como um bom amigo, um dos meus.
Essa entrevista vem em momento oportuno em que, com amigos diletos, temos conversado sobre a nossa garantia estendida, sobre viver intensamente todas as fases da vida.
Ele também manifesta a mesma alergia que sinto ao momento atual da (des)humanidade, a chatice do politicamente (in)correto, das desclassificadas patrulhas ideológicas.
João fala por nós.
João contribui com o debate inteligente.


