OS AMIGOS DOS CAMINHOS QUE FICAM
OS AMIGOS DOS CAMINHOS QUE FICAM
OS AMIGOS DOS CAMINHOS QUE FICAM
Quem viaja sabe quantos conhecimentos acontecem nas estradas, quantos bons encontros começam e terminam nos dias em que as viagens acontecem.
Bons relacionamentos acontecem, duram ou acabam nas disposições pessoais para conversas e trocas, nas identidades e convergências, no respeito, na humildade e na simplicidade.
Cada vez mais estou atento a essa fantástica fábrica de possibilidades que as viagens permitem. Assim, me tornei amigo do Engenheiro Agrônomo Marcos Castilho da cidade de São Jerônimo no Rio Grande do Sul.
Falamos quase que diariamente sobre assuntos de interesse comum, trocamos informações úteis às nossas atividades profissionais e em especial sobre viagens.
Além da sua empresa de Consultoria e Assessoria em Agropecuária e Empreendimentos Rurais, Marcos tem uma indústria de Chope artesanal.
Pela segunda vez fui carinhosamente recebido por Marcos, por toda a sua maravilhosa família e amigos para longas rodadas de bate-papo, churrasco e Chope
Nos encontramos na tarde do dia 08.09.23, ele me levou para conhecer a inesquecível Vila de Santo Amaro do Sul, depois ficamos até a meia noite comendo, bebendo, conversando, rindo e celebrando a vida.
Quando vivemos momentos mágicos como esse, fica sempre o sentimento que eles se repetirão e, de muitas formas, duram para sempre.
Marcos, Miguel, Flamarion, Franco, Euvaldo, Adriano, Maciel, Ronnei, Vitória, João, Adriano e tantos outros amigos dos caminhos que ficaram, foram, meus professores e mestres da difícil arte de viajar com qualidade, ver e tratar gente como gente.
Para mim o mundo não tem fronteiras, nacionalidades, raças, tem acolhimento que gera o sentimento de pertencimento, de respeito, de amor genuíno por pessoas humanas, que me dão o que tem de bom e de mim recebem o que de melhor posso dar.
Quando penso em agradecer penso no verdadeiro significado de independência, de liberdade, de cidadania e humanidade.