NATAL NA CHAPADA – II
NATAL NA CHAPADA – II

NATAL NA CHAPADA – II
Natal, Deus e a Natureza
Neste Natal de 2025 viajei para a Chapada Diamantina. Em meio à natureza me sinto mais perto de Deus.
Pela terceira, ou quarta vez, visitei uma das mais famosas cavernas do Brasil, a Gruta Lapa Doce.
Descoberta em 1986 por uma expedição franco – brasileira – Grupo de Espeleológico do Estado do Ceará, na época foi considerada a maior caverna do país.
A Gruta está localizada no município de Iraquara na Bahia e se diferencia das demais Grutas que conheço por ser, ampla, plana no seu interior, acesso sem necessidade de se abaixar, rastejar ou nadar.
Ela tem 20 quilômetros mapeados, sendo 850 metros abertos à visitação. O maior salão da gruta possui 60 metros de largura e a sua entrada tem 72 metros de altura.
Recentemente estive na Capela de Mármore na Patagônia, e agora, na Gruta da Lapa Doce, consolido a minha compreensão de que certos lugares são as Igrejas, os Templos de Deus através da sua maior expressão: a Natureza.
Vi nas formações rochosas do interior da Gruta da Lapa Doce divinas esculturas…
… Cada um acredita em Deus do seu jeito e forma.



























Estalactites são formações rochosas sedimentares, mais explicitamente rochas sedimentares quimiogénicas, que se originam no teto de uma gruta ou caverna, crescendo para baixo, em direção ao chão, pela deposição, precipitação lenta e contínua de carbonato de cálcio arrastado pela água que goteja do teto ou que sofre evaporação enquanto ainda no estalactite.
Apresentam muito frequentemente uma forma tubular, cônica e tem ricas interpretações cênicas.






Isso precisa ser mais divulgado mas, acho que o brasileiro médio não está preparado para algo tão especial. São mal educados.