CIDADE FANTASMA
CIDADE FANTASMA, SERÁ?

CIDADE FANTASMA
Por detrás de um postal e de uma imagem tem sempre uma grande e rica história.Cidades que se foram, continuam existindo e sobrevivendo de muitas formas, não só em ruínas ou prédios recuperados, mas também nas histórias, lendas e estórias que lembram aos que pensam, aos que têm alma e coração, que tudo passa, muda, segue.
Sentado no alto de uma pedra em Igatu, na energética e enraizada Chapada Diamantina, com o silêncio apenas quebrado pelo canto dos pássaros, sosseguei o coração, alonguei e aprofundei a respiração, fechei os olhos e imaginei como deveria ter sido a vida naquele lugar no auge do seu ciclo.
Viajei, viajei, quase adormeci.
Ao abrir os olhos percebi que a imaginação e os pensamentos livres nos permitem visitar o ontem e até o imaginário amanhã. Não nos custam nada, nem nos machucam. Ao contrário, nos enriquecem, nos permitem sentir empatia e respeito pelo passado, nos fazem valorizar a história e o legado dos nossos antepassados.
Como nos livros, nos filmes, nas histórias contadas, viajar é muito de tudo isso, mas só a calma e a observação sem pressa, a paz sem ansiedade permitem tais imersões.
Precisamos viajar, algo bem diferente de passar.
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