CASO JULIANA MARINS
CASO JULIANA MARINS E
A IMPORTÂNCIA DA REGULAMENTAÇÃO E CONTROLE DAS ATIVIDADES DE TURISMO DE NATUREZA E AVENTURA NO BRASIL
CASO JULIANA MARINS
Turismo está na categoria econômica de “Serviços”. Trata-se de uma Indústria geradora de riqueza e renda, porém predadora e poluente, necessária e importante, mas complexa e competitiva.
Como todos os demais setores econômicos, políticos e sociais, o Turismo é uma atividade humana, e como tal, de dificílima administração, sujeito a tudo que de bom e ruim os seres humanos são capazes de fazer.
No I⁰ Encontro de Guias promovido pelo “Viagens com Aquino” na Chapada Diamantina o tema segurança, regulamentação e controle das atividades de Turismo de Natureza e Aventura foi exaustivamente debatido. Nossos diagnósticos e prognósticos continuam irretocáveis: nada mudou, nada está mudando, um passo para frente e um para trás.
O fantástico Parque Nacional da Chapada Diamantina, por exemplo, não tem gestão e controle, não tem uma única portaria, não tem centro de informações, não tem fiscalização adequada.
O esforço dos melhores Guias e dos empresários mais comprometidos com o turismo da região é insuficiente e limitado. Apoio quase inexistente para o tamanho dos desafios.
As equações dinheiro x poder x necessidade x emprego x impostos x infraestrutura não se subordinam a inteligentes consensos, situação agravada pelo baixíssimo nível das precárias administrações públicas no Brasil, nos três níveis republicanos.
Enfim, os governantes chamam de efeitos colaterais os que perecem nos caminhos e em consequência dos seus desleixos. Nós, viajantes, amantes da natureza, sabemos os riscos e fazemos a nossa parte nos cuidados conosco e com os demais.


