FRANÇA – XI

FRANÇA – XI

FRANÇA – XI

O Rio Sena é muito mais que um rio que nasce no norte de França, em Meseta de Langres, em Côte-d’Or, banha a capital Paris e que deságua no Oceano Atlântico no Canal da Mancha, com os seus 776 km de extensão. Ele é parte da alma, da história e da vida da França.

O turismo fluvial de passageiros pelo Rio Sena é uma atividade tradicional em Paris de inacreditável quantidade e demanda, pela manhã, tarde e noite, com seus bateaux mouches, os mais diferentes e diversificados tipos de barcos.

O número de turistas na França supera os 80 milhões e a grande maioria que visita Paris passeia pelo Sena.

Como as principais atrações turísticas de Paris também estão localizadas junto às margens do Rio Sena ou nas suas proximidades, ele ganha significado maior.

O Rio Sena divide Paris em duas metades famosas: a Rive Gauche – margem esquerda, mais boêmia e intelectual e a Rive Droite – margem direita -, mais comercial e elegante.

Essa divisão não é só geográfica — ela molda o jeito como os parisienses falam dos bairros até hoje.

Desde os tempos medievais, o Sena foi a artéria principal de comércio e sobrevivência da cidade.

As ilhas no meio do rio, especialmente a Île de la Cité, foram literalmente o berço de Paris — foi ali que tudo começou, com a tribo gaulesa dos Parisii. Por isso, caminhar pelas margens do Rio Sena significa estar passeando sobre mais de dois mil anos de história.

As margens do Sena foram declaradas Patrimônio Mundial da UNESCO em 1991, o que protege toda aquela paisagem icônica que a gente vê nos filmes.

Por mais ou menos 13 km o Rio Sena corta Paris, unida por 37 pontes, cada uma com sua história, arquitetura, função e importância, ligando também e através da Île de la Cité e Île Saint-Louis, as duas no centro histórico da cidade.

 

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