DE VOLTA AO CHILE XVI – PATAGÔNIA

DE VOLTA AO CHILE XVI – PATAGÔNIA

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Nalca, muito prazer!

Os que sabem e conhecem chamam a “Nalca” de Gunnera Tinctoria. É uma planta ornamental, comestível da família Gunneraceae, nativas nas zonas temperadas do Chile e da Argentina.

A primeira vez que a ví, achei linda, mas ela me lembrava a “cansanção” – uma espécie de urtiga – da nossa mata atlântica. Mantive distância e guardei a lembrança.

Nessa viagem à Patagônia me apresentaram a “Nalca”, peguei nela, fotografei e tomei conhecimento das suas múltiplas utilidades.

Os pecíolos das folhas são comestíveis, fibrosos e em maior ou menor medida adstringentes. São muito ricos em água. São consumidos crus, em saladas ou consumido de forma similar a uma fruta, geralmente com sal, em marmeladas ou sucos.

Tanto pelo seu aspecto como pelo seu modo de consumo, as folhas e caules da Nalca são semelhantes ao ruibarbo, razão pela qual se conhece também a planta como “ruibarbo-do-chile”.

As folhas de Nalca são também uma parte essencial na preparação do fantástico Curanto, prato típico da Ilha Chiloé. Elas servem para separar os ingredientes e para impedir que o calor escape do buraco feito no chão.

O caule tem uso medicinal pelas suas propriedades adstringentes.

A Nalca é natural no centro-sul do Chile, no sudoeste da Argentina e na Patagônia ocidental.

Seu habitat de preferência são os lugares sombrios e úmidos, embora também existam as “nalcas de areia” que brotam enterradas nas areais da costa do Pacífico.

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